Conheça a verdadeira história dos anões de jardins

Esse fator histórico é mais antigo do que muitos imaginam, nos anos 1700 existia-se uma estranha maneira de exposição de bens, os ricos eram completamente exagerados e na maioria das vezes surpreendentes no quesito cultural. Os ingleses gregorianos gostavam de construir enormes monumentos, e uma forma bizarra de festejar.

Na Inglaterra os homens poderosos costumavam contratar eremitas para acampar em seus jardins, essas pessoas eram indivíduos que possuíam uma filosofia de vida diferente, viviam em locais isolados por inúmeros motivos, amor a natureza, religião, penitência, entre outros. Esses enormes locais eram cheios de plantas, flores, arbustos, eram o centro de atenções da época, quanto mais dinheiro, maior era o investimento em apresentar os jardins, resgatando no local uma imagem celestial, o Éden.

Os homens ficavam acampados, vestidos de monges e ou druidas, essas pessoas eram escolhidas aleatoriamente, viviam em cavernas e em pequenas casas distribuídas pela imensidão do terreno. O suposto contrato duravam cerca de sete anos, na grande maioria das vezes eram obrigados a não cortarem o cabelo ou caminhas por alguns locais predestinados.

A pratica era incrivelmente bizarra compara as demais culturas de outras regiões da época, esses seres eram pagos para andarem descalços, portar o mais simples dos objetos, acomodar-se em tapetes, possuir uma ampulheta e uma bíblia.

Tudo se transformou ainda mais estranho com o passar dos anos, essa ideia que de certa forma representava um status, se transformou em um esquema de decoração. “Uma profissão”, o inquilino de terra ganhava cerca de 400 a 600 libras para vestir-se e caracterizar-se como eremitas de jardins.

Vale lembrar que eremitas eram pessoas que caracterizavam e representavam a reflexão espiritual, a profissão nos jardins, no entanto, não apresentava nenhuma dessas ideologias, e sim, apenas uma exposição de pura melancolia, na época cultivava-se uma grande obsessão pela melancolia, seja em poemas, teatro, entre outras artes.